Engenharia a Serviço do Brasil Engenharia a Serviço do Brasil

Ensaios e Práticas de Preparação "Metais"

Ensaio de laboratório mais comumente usado para caracterizar o desgaste por deslizamento e/ou abrasão por dois corpos. Realizado de acordo com a norma ASTM G99 que estabelece o procedimento padrão para os testes do Pino sobre Disco. Neste ensaio, os materiais são testados aos pares, sendo possível determinar a influência dos diversos parâmetros nas razões de desgaste para várias combinações de materiais entre pino e disco, ou ainda realizar análises para determinação do lubrificante mais adequado a uma determinada situação de atrito em uma grande gama de materiais tanto metálicos, cerâmicos, poliméricos e compósitos.
O teste de abrasão do tipo Roda de Borracha, conforme norma ASTM G65, consiste em um disco de aço envolvido com um anel de borracha que gira em contato com a superfície do corpo-de-prova, com abrasivo na interface. Este equipamento permite realizar ensaios a seco ou a úmido, com uma areia de granulometria controlada, com alta confiabilidade de resultados, sendo empregado tradicionalmente na indústria de mineração, usado para classificar materiais quanto a sua resistência ao desgaste. O desgaste é avaliado pela perda de volume que a amostra sofre após o ensaio, que pode ser obtido pela perda de massa dividida pela densidade do material.
Ensaio de desgaste que impõe tensõe Hertzianas de contato às amostras. Exemplos deste tipo de situação são encontradas em contatos do tipo roda-trilho. O dano surge por meio de trincas nucleadas superficialmente ou sub-superficialmente que removem sucessivas lascas de material, resultando em perda de massa.
Ensaio que simula condições de perda de massa por impacto repetitivo, tal como em martelos britadores ou facas de moagem.
Este ensaio é realizado em amostras de formato esférico, as amostras são colocadas dentro de um moinho contendo um meio abrasivo/corrosivo. Em intervalos de tempo pré-programados, as amostras são pesadas e assim calculada a perda de massa, para que sua resistência ao desgaste possa ser determinada posteriormente.
Ensaio de oxidação conduzido com variação cíclica de temperatura. É uma versão mais agressiva do ensaio isotérmico pois pode favorecer o destacamento de camadas de óxidos superficiais.
Ensaio de oxidação conduzida sob a presença de sais na superfície do material. A presença de sais de baixo ponto de fusão pode acelerar o processo de difusão atômica, favorecendo um incremento da taxa de oxidação do material.