Engenharia a Serviço do Brasil Engenharia a Serviço do Brasil

Ensaios e Práticas de Preparação "Correias Transportadoras"

Este ensaio, o qual é especificado pela ISO 283 e DIN 22102, determina a resistência à tração da espessura completa da correia, na direção longitudinal ou transversal, esta última quando requisitada pelo cliente. Também é possível a determinação do alongamento sofrido pela correia após a ruptura.
Descrito pelas normas, ISO 7622 e DIN 22131, este é um ensaio destrutivo que avalia a resistência à tração de cabos de aço, na direção longitudinal, que constituem a carcaça de correias transportadoras.
Este teste, que segue as normas ISO 252 e DIN 22102, possui 2 métodos A e B, para determinar a resistência adesiva dos constituintes de uma correia transportadora (carcaça, revestimento e fibras).
As normas ISO 8094, ISO 7623 e DIN 22131 especificam os parâmetros utilizados neste ensaio, que avalia a adesão entre o cabo-de-aço e borracha que constituem uma correia transportadora. O ensaio é realizado em uma máquina de tração que realiza a separação dos componentes.
Regido pela ISO 703, este ensaio determina a flexibilidade transversal de uma correia transportadora, expressa pela razão da deflexão sofrida pela correia pelo comprimento da mesma (F/L).
Este teste determina a resistência ao abrasão da borracha no ensaio de desgaste de pino-sobre-tambor. A norma ISO 4649 especifica parâmetros utilizados e o equipamento, este consiste em um tambor revestido de uma lixa, o tambor gira enquanto a amostra fixada contra ele percorre o seu comprimento. O desgaste é medido por meio da perda de massa sofrida pelo material, que posteriormente é convertida para volume, utilizando-se a densidade do material.
Este teste segue as normas ASTM D412 e DIN 22102 de tração de elastômeros, usado para testar a resistência à tração da cobertura de uma correia transportadora. Dados como módulo de elasticidade, tensão de escoamento, deformação e tensão de ruptura podem ser determinados por este teste. O ensaio ainda pode ser realizado a altas ou baixas temperaturas utilizando-se uma câmara para teste.
A ASTM 2632 descreve o ensaio de resiliência ao impacto, que constitui-se de um equipamento que mede o ressalto de um pistão após este ser projetado contra o material analisado, deste modo mede-se o quanto de energia o material é capaz de devolver.